Beer Train: o passeio dos sonhos de todo cervejeiro!

O Beer Train é um passeio de trem promovido pela famosíssima Cervejaria Bodebrown. O trajeto do passeio, que atravessa a Serra do Mar com paisagens belísssimas e liga Curitiba a Morretes, já é feito normalmente, por uma empresa turísitca ferroviária. Mas quando há o Beer Train, que ocorre cerca de quatro vezes ao ano, um vagão do trem é separado apenas para o evento, onde são servidas as cervejas da Bode (e/ou de cervejarias convidadas também), queijos, pães e outros quitutes.

A gente já sabia da existência do passeio, mas não imaginávamos, quando compramos passagens para passar um fim de semana em Curitiba, no último mês de setembro, que haveria uma edição justamente na data em que estaríamos lá! Coincidência, destino??? Não sei ao certo, mas a gente não poderia deixar de ir, né?!

Gente, se a ideia de um passeio de trem com belas paisagens e excelentes cervejas te parece boa, preciso dizer: a realidade é muiiiiito melhor! Nós simplesmente amamos o Beer Train, foi sensacional! O clima é muiiiito gostoso (começou com todo mundo meio tímido, mas passou meia hora e a galera já tava toda entrosada), ao som de clássicos do rock’n’roll, atendimento simpaticíssimo do pessoal da Bodebrown (que simplesmente não te deixam parar de beber, é sério isso, rs!), paisagens de tirar o fôlego e queijos e pães deliciosos para harmonizar com as brejas (no dia também recebemos pretzels, trufas de chocolate e azeitonas saborizadas). Ah, de repente, entra no vagão uma banda com sanfoneiro e gaiteiro de fole, todos vestidos de escoceses e tocando músicas típicas, é muito legal!

Resumindo: valeu cada centavo gasto! É barato? Então, pagamos 370 reais por pessoa (valor atual: 397 marcelas)…. Mas se você ama cervejas especiais e tem o hábito de comprá-las e bebê-las com frequência, vai por mim, o passeio vale o que custa ou até mais. Sem falar que quando se chega em Morretes, que é uma pequena cidade histórica super fofa, tem um almoço típico incluído no pacote. O all inclusive é apenas na ida, que dura cerca de 3h45, pois a volta a Curitiba é feita de ônibus executivo, e é bem mais rápida, cerca de 1h45. Isso acontece porque as paisagens mais belas são as do trajeto de ida, quando o trem desce a Serra do Mar e consegue adquirir mais velocidade, que mesmo assim é bem pouquinha, dá pra tirar fotos tranquilamente (mas cuidado pra não deixar o celular cair pela janela!). O retorno seria muiiito mais lento e menos interessante, se fosse feito de trem também. Se bem que se incluíssem mais cerveja… hahaha!

Em tempo: a próxima edição do Beer Train será no dia 04/03/2017, para mais informações clique aqui. Que tal aproveitar a ideia da Maria Cevada e já emendar o Beer Train com o Festival Brasileiro da Cerveja na semana seguinte? Dá um belo de um roteiro cervejeiro!

Então vamos às fotos?! Ah, prometo liberar em breve um videozinho também 😉

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Precisamos falar sobre o Alentejo – Parte III: Estremoz

Último dia de viagem pelo Alentejo e o destino que escolhemos para essa terça-feira foi a pequena cidade de Estremoz, com cerca de oito mil habitantes. Como tínhamos apenas três dias na região, dedicamos o primeiro dia a Évora, o segundo a Monsaraz e o terceiro a Estremoz. O Alentejo, como citei no primeiro post da viagem, é uma região grande (para os padrões europeus rs), e pelo tempo que dispúnhamos, resolvemos ficar na parte central, muito embora tenha ficado uma vontade imensa de conhecer também as partes norte e sul. Para quem se interessou pela região, acredito que  em uma viagem de uma semana isso seja possível, sem muita pressa.

Pois vamos então a Estremoz, destino escolhido para o nosso útlimo bate-e-volta, por ficar há pouco menos de 50km de Évora, mas também por duas razões: a vinícola Tiago Cabaço Wines (o nome é engraçado, né? hahaha) e o Restaurante Mercearia Gadanha.

Depois de zapear pela internet em busca de quais vinícolas visitar no Alentejo, a Tiago Cabaço me despertou muita curiosidade: é uma vinícola jovem, moderna, gerida por um proprietário de apenas 32 anos, mas que já conta com grande respeito e premiações no mundo do vinho. Ainda no Brasil, agendei uma visita por e-mail, tendo sido muito bem atendida. Escolhemos a prova de 12€, em que são servidos 4 vinhos à escolha do visitante, dentre todos os da adega, mas havia também a opção de uma prova de 6€, em que você escolhia 3 vinhos das linhas básica e intermediária da vinícola.

Chegamos à vinícola às 10h30 e para nossa felicidade a visita seria exclusiva, só nós dois, taí a vantagem de viajar em baixa temporada e no meio da semana, hehe! A atendente nos contou a história do Tiago, que é filho de um casal de produtores tradicionais de vinho na região. Ok, ele deve ter tido uma ajudinha dos pais, nem que seja em relação ao know-how, mas não dá pra tirar o mérito do garoto, que com vinte e pouco anos quis um terreno só pra ele, para produzir seus próprios vinhos, que possuem rótulos modernos e minimalistas, nomes modernos (.com, .blog, .beb… quer nomes mais atuais?) e uma qualidade incrível! A vinícola é lindíssima, com instalações ultra-modernas, tem um prédio com design super moderno (já falei moderno mil vezes, né? Mas é o que mais me vem em mente quando penso nessa vinícola), fica aos pés da cidade de Estremoz, com vista para o castelo (acho que todas as cidades alentejanas têm um castelo rs). Ah, o Tiago produz também uma marca de gim. Queridos, mais moderno que isso, impossível! E sobre nossa recente paixão pelo gim, eu conto no post de Lisboa, mais pra frente  #ginlovers .

Pois bem, a degustação foi super gostosa, sem pressa, amamos os vinhos e trouxemos pra casa um branco da linha .com, que custou incríveis 4€ (custo-benefício surreal) e um tinto bivarietal (produzido com as duas melhores castas de uva do ano da colheita) da linha blog, que é a linha mais premiada (e cara) da vinícola. Aqui resolvemos fazer uma pequena extravagância e pagar 25€ num vinho que adoramos (em terras tupiniquins, custa 240 temers), e que possui alto potencial de guarda e envelhecimento, vamos abrir, tipo assim, quando nosso primeiro filho nascer, hehe! Valeu muitíssimo a visita, arrependi mortalmente de não ter comprado mais vinhos da linha básica e de também não ter trazido o gim, mas vamos às fotos.

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Área de produção: tudinho em aço inox
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Sala de degustação: olhem essa vista!
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Os vinhos blog
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Entrada do prédio, que tem formato em meia lua, design que se repete em alguns rótulos também
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Parte das uvas utilizadas na produção e o Castelo de Estremoz lá no alto da montanha, ao fundo
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Gin “Friends”, também produzido pelo Tiago

 

Após a visita, paramos o carro num estacionamento público no centro de Estremoz e subimos até a parte da cidade amuralhada, onde fica o castelo. É bonitinho, mas depois de visitar Monsaraz, preciso ser sincera, você não se impressiona muito, rs. Estava tudo bem vazio, tiramos umas fotos e descemos até o Largo Gadanha, onde há umas construções históricas e uma fonte linda e enorme, toda em mármore. Aliás, mármore é mato por lá, tem em todo lugar, muito lindo.

Após essa breve caminhada, já era hora de almoçar, né? Nossa escolha, como disse, já veio mentalizada (felizmente!) desde muito antes: a Mercearia Gadanha. O lugar tem esse nome por, além de ser um restaurante surreal, vender muiiitos vinhos, queijos, pães, embutidos e outras iguarias típicas alentejanas. Tem uma decoração fofa, e as mesas ficam espalhadas no meio do mercado e da adega, de forma que você pode ir namorando os vinhos e produtos, o que só aumenta a vontade de comer e beber tudo! Sobre o restaurante, que possui uma chef brasileiríssima, vou resumir dizendo que foi a nossa melhor refeição no Alentejo! Comemos pães e azeite (claro), queijo de cabra, os melhores e mais cremosos croquetes que já provei (nem os que comemos na Espanha ganham desses), um prato lindo e gostoso de morrer e uma sobremesa de chocolate dos deuses! Ah, teve vinho e cerveja acompanhando também, mas só pra acompanhar mesmo, pois os 50km de volta ainda nos aguardavam, com o último pit stop do dia lá em Évora, a Vinícola Cartuxa. Fotos e fotos da Mercearia na sequência, sendo as últimas da Vinícola Cartuxa, onde, infelizmente, não rolou visita por incompatibilidade com os nossos horários, mas rolou comprinhas de vinhos, é claro.

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Gostaria de finalizar dizendo: se você se interessou pelo Alentejo, vá! Mas vá com certeza, pois é muito mais lindo ao vivo. E tente chegar antes que fique muito turístico, se possível. Foi certamente uma das melhores viagens que já fizemos: paisagens lindíssimas, tranquilidade, povo acolhedor, ótimos vinhos, comida sensacional e preços muito razoáveis para a Europa (até para o Brasil viu?). Amamos e esperamos retornar um dia. Agora vou parar de escrever e abrir um vinho que veio na mala. Deu saudades…

  • Ah, só um p.s.: aguardem um pouquinho, pois para encerrar esse mini-roteiro ao Alentejo (nem tão mini assim, hehe), vai ter vídeo reunindo os melhores momentos da viagem!!!   

Precisamos falar sobre o Alentejo – Parte I: Évora

Já vou iniciar este post me declarando: eu e Thiago somos apaixonados por Portugal, perdidamente! A comida, o povo, a beleza, o aconchego, os preços razoáveis, os vinhos e, recentemente, até mesmo as cervejas. A semana do dia 13/11/16 marcou nossa terceira ida ao país. Da primeira vez visitamos apenas Lisboa, da segunda, Porto e novamente Lisboa e agora fizemos um trecho do Alentejo e, adivinhem, Lisboa again rs. Mas vamos começar pelo Alentejo, mais precisamente falando sobre a maior cidade da região, Évora. Cadê o emoticon de suspiros? Gente,  o Alentejo é muiiiiiiito lindo, é de morrer de lindo! Vem com a gente!

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Descemos no aeroporto de Lisboa num domingo cedinho, alugamos um carro (reservado aqui do Brasil) e rumamos para Évora, onde montamos base por três noites. A estrada é ótima e muito tranquila, tirando o trecho próximo de Lisboa, é quase deserta, em uma hora e meia você estará em Évora, a capital do Alentejo, região que cobre 1/3 do país e abriga apenas 5% da população (entendeu as estradas vazias?). Ficamos hospedados no Moov Hotel, que indico fortemente pela localização, estrutura, preço e garagem, foi certeira a escolha.

Évora é uma cidade com cerca de cinquenta mil habitantes, e você pode perfeitamente caminhar à pé pelas suas principais atrações, sendo a melhor delas apenas caminhar, perder-se por suas ruelas, praças e travessas (qualquer semelhança com as cidades históricas mineiras não é pura coincidência, rs). Em apenas um dia você consegue visitar os principais pontos turísticos, sem deixar de incluir no roteiro um almoço preguiçoso regado a vinho (claaaro!) e à maravilhosa comida alentejana, mas como queríamos nos hospedar numa cidade com maior movimento noturno, passamos três noites na cidade. Tiramos o dia de domingo para conhecer Évora, e os outros dois dias para bate-voltas nos arredores.

As atrações que visitamos e gostamos muitíssimo na cidade foram: O Templo Romano, que data do século I d.c., e é o símbolo maior da cidade. Sim, os romanos já ocuparam a região um dia, aliás, onde mesmo que não né? A Sé Catedral de Évora, que fica colada ao templo, vale muito pelo seu interior e pela subida ao telhado, de onde se tem uma vista lindíssima da região. A Capela dos Ossos, que fica no interior da Igreja de São Francisco, e é “decorada” com cerca de 5 mil caveiras humanas, isso mesmo que você leu e, abaixo, mostramos retratado. Nessa mesma igreja, há uma exposição super fofa de presépios, feitos por vários artistas portugueses e de outras nacionalidades também.

Dito isso, bora começar a comer e beber, né? Já era tempo, ora pois pois. Vou listar abaixo os sítios (licença, quero falar como os portugas) que visitamos e, no final, vou indicar outros que estavam na lista, mas que não deu tempo de conhecer.

Tasquinha do Zé: tasquinha é o nosso boteco preferido da esquina, onde mal cabem dez pessoas, mas onde se serve comida simples, boa e você é atendido pelo dono. A do Zé foi isso aí, almoçamos lá assim que chegamos no domingo, cardápio num quadro de giz, vinho da casa, bacalhau e formidáveis migas de tomate com cação. Precisa mais? Então manda mais um copo de vinho (lá eles dizem copo e não taça), uma imperial (como eles chamam o chope de tamanho padrão) e, enquanto isso, peça para a garçonete simpática te explicar o que são migas.

Fialho: um clássico de Évora, dizem que FHC o citou como o seu restaurante preferido no mundo. Quando a fama é muita, a gente vai com expectativa alta e um certo medo de se decepcionar, mas aqui isso não aconteceu, felizmente! Alguns garçons foram até pretensiosos de início (chegamos sem reservar), mas depois já estavam rindo, conversando e servindo ali um pata negra dos céus com pão alentejano do Éden. Um adendo: pata negra é como é conhecido o presunto feito com a carne do porco preto, típico da região do Alentejo, e que se alimenta de bolotas, frutos de árvores abundantes na região, como o sobreiro e a azinheira. A bolota dá um sabor especial à carne do porco, com a qual são feitos embutidos muitíssimo apreciados e que chegam a custar preços estratosféricas por aqui. Resumo: morremos de comer porco preto em Portugal e trouxemos na mala também, hehe! Voltando ao Fialho: carta de vinhos bem vasta, as melhores costeletas de cordeiro que já comemos na vida e preços justos, no mesmo patamar de outros restaurantes da cidade, alguns não tão bons quanto, vale dizer.

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Salão de entrada e balcão do Fialho

Café Alentejo: restaurante super tradicional, que figurou nas indicações de muitos locais com quem conversamos. O ambiente é tradicional, mas sem requinte, e eles possuem uma adega surreal, que, segundo o garçom, confere a eles o título de restaurante com a maior carta de vinhos de Évora. Bebemos um vinho branco da Herdade da Malhadinha Nova, que pra mim foi o melhor branco que bebi na viagem, o Monte da Peceguina. Essa herdade (fazenda) fica na parte sul do Alentejo e além de produzirem vinhos, possuem um hotel-fazenda no local, que dizem ser fabuloso. Comemos bochechas de porco preto como prato principal, porém as entradas se destacaram mais: pão alentejano com bastante azeite (simples assim!) e ovos com aspargos e farinheira (uma espécie de linguiça regional).

Enoteca Cartuxa: mais um local que eu temia pela fama. A Cartuxa é a vinícola mais famosa de Évora (quiçá do Alentejo), eles produzem o lendário pêra-manca tinto (dá um google pra saber mais sobre esse vinho) e outros vinhos e azeites conhecidos aqui no Brasil. Inauguraram este ano um resturante/loja bem próximo à catedral de Évora, com ambiente clean, mais requintado, porém com um balcão enorme pra você que pretende apenas provar uma taça de vinho e tapear. Pois bem, fomos lá conferir e, gente, que delícia de experiência! Eles possuem aqueles sistemas moderníssimos de armazenagem de garrafas para serviço em taça, mas também vendem garrafas inteiras, inclusive do mencionado pêra-manca. Eu super recomendo passear entre uma taça e outra, seguindo dicas de harmonização dos garçons, que foram extremamente educados e solícitos. Comemos muitíssimo bem, mesmo sem provar os pratos principais, pois optamos por experimentar várias entradinhas, seguindo a dica de um dos garçons e ó, recomendo demais fazer isso. Enoteca Cartuxa já pra sua lista!

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Mercearia do Largo: uma vendinha deliciosa, pequenina, recheada de produtos locais (queijos, vinhos, temperos, embutidos, geleias…) e onde você também pode sentar, beber um copo de vinho, petiscar uma tábua de frios ou… beber uma cerveja de bolota! Sim, encontramos aqui uma cerveja artesanal alentejana feita com bolotas. Delícia, viu?! A proprietária é super atenciosa e foi aqui que compramos uns produtinhos locais pra trazer na mala. Ah, vale também visitar o mercado municipal pra isso.

Mojo: dica da dona da mercearia acima, foi aqui onde encontramos a maior variedade de cervejas em Évora! O local é um restaurante, que no porão tem também um pequeno pub, ótimo pra assistir jogos de futebol, onde há várias cervejas expostas em prateleiras (e geladas também) e umas quatro opções on tap. Belgas, inglesas, espanholas, escocesas, algumas nacionais… Pois é, achou que a gente ia ficar só no vinho, né? Enganou-se, caro leitor.

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Cervejas no Mojo

Winetime 93: winebar coladinho no nosso hotel, frequentado por jovens e universitários, em sua maioria. Tava lotado em plena segundona! Super descontraído, com várias opções de vinhos em copo, cervejas, drinks, alguns belisquetes e muitos fumantes, rs. A gente adorou finalizar a noite por lá, mas o cigarro pode incomodar um pouco (bota as roupas pra tomar ar na janela do hotel e pronto, hehe!).

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Cara de feliz após muitos copos de vinho 🙂

Vou terminar citando dois locais delícia pra tomar um café: Pastelaria Conventual Pão de Rala, que é pequenina e frequentada por muitos locais, aqui você encontrará doces e mais doces da confeitaria portuguesa (ovos, ovos e ovos, de vez em quando castanhas e abóbora também). E a The Bakery Lounge, que é uma padaria toda moderninha, serve sucos, cafés, sanduíches, quiches e até pratos, comi uma bruscheta deliciosa e gigante lá!

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“A Bruscheta” da The Bakery Lounge

As tascas que não conseguimos ir, mas são muito famosas lá: Botequim da Mouraria e Tasquinha do Oliveira. Tudo minúsculo, coisa pra dez, quinze pessoas. São casas em que o dono cozinha ali pra um grupo de pessoas e pronto, não tem aquela rotatividade, menu de restaurante e coisa e tal, sabe? O botequim não reserva (tentamos ir duas vezes, mas a fila já estava enorme na porta) e a tasquinha reserva, por isso, se quiser ir, faça com antecedência. No dia, fiquei chateada por não conseguir ir em nenhum dos dois, mas depois pensei no tanto que comi suuuuper bem nos demais lugares e saí de Évora feliz da vida (e pesando um bocadinho mais, rs)!

Pra fechar este post com chave de ouro, nosso mapinha de Évora. Gente, sempre que começo um roteiro de viagem, já vou marcando os pontos de interesse no Google Maps, depois é só baixar o mapa da região e utilizar na função off line #ficaadica .

Porto Alegre: A Capital do Beba Local!

Depois de alguns dias em Gramado, Canela e Vale dos Vinhedos, rumamos para a capital gaúcha. Assim que chegamos em Porto Alegre, devolvemos o carro alugado no aeroporto, que fica muito próximo do Bairro Moinho de Ventos (cerca de 6km), para onde fomos de Uber, nosso principal meio de transporte durante a estada por lá. Ficamos hospedados no Ibis Moinhos de Vento, que possui ótima localização e bom custo-benefício (cerca de 150 reais a diária, reservando pelo Le Club da Accor).

Bairro Moinho de Ventos

O bairro é lindo, arborizado, tem um parque bem grande de mesmo nome, prédios bacanas, que se alternam com algumas construções antigas restauradas, e que hoje abrigam lojas, bares e restaurantes, especialmente no entorno da rua Padre Chagas, o miolinho do Moinhos de Vento. Como chegamos no domingo, o lugar nos lembrou um pouco o vai-e-vem de Palermo Soho, em Buenos Aires, mas com um quê a mais de “ver e ser visto” da burguesia gaúcha rs. Gostamos de nos hospedar lá, mas acredito que num retorno a Porto Alegre, nossa opção será a Cidade Baixa: mais bagunçadinha, mais alternativa, mais cervejeira e com preços mais amigos.

MaltStore: foi o primeiro lugar onde sentamos em POA, é uma loja de cervejas muito bonita, tem uma varanda/deck na frente, e além de ter inúmeras garrafas à venda, para levar ou beber por lá, serve algumas opções on tap (acho que cerca de seis, oito torneiras). Atendimento meio lento e não muito simpático, preços salgadinhos. Bebemos apenas dois chopes e…. bora bater perna.

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20barra9: Desde o dia em que eu vi a foto do hambúrguer deles no IG dos Destemperados, eu sabia que iria comer o bendito (já falei que sou louca por hambúrguer? Já, mas vou repetir rs). O lugar, que parece estar super na moda, estava lotado e o esquema era: pegue sua ficha no caixa, faça seu pedido e pegue no balcão. Mais uma vez, preços salgadinhos (Corona por 11 reais, oi???), mas o hambúrguer, meu irmão, compensou a Coronita! WTF hambúrguer! Ficou no meu top 1, junto com o ZDeli, de São Paulo. Ah, desculpem, aqui não tinham cervejas especiais, mas eu precisava falar sobre esse hambúrguer ♥.

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Churrascaria Komka: ir a POA e não visitar uma churrascaria é sacrilégio, né? Pois lá fomos nós, tendo escolhido a Komka pela notícia de que tem uma carta de cervejas razoável e preço convidativo, além de ser bastante elogiada. Ela não fica exatamente no Bairro Moinhos de Vento, mas bem próximo de lá. Fomos na segunda à noite e, gente, o lugar estava lotaaaado! Bom sinal, pensamos. O ambiente é bem tradicional, familiar e sem frescuras. Comemos realmente muito bem (são muiiiitas opções, faltaram uns companheiros glutões pra gente pedir mais itens do cardápio e dividir), e a carta de cervejas é até grandinha, viu? Optamos pela pilsen da Cervejaria Abadessa (beba local, né?!), que vem envasada numa garrafa tipo “growler”, de um ou dois litros, e a gente nunca tinha visto isso, muito legal! Lógico que perguntei se podia levar a garrafa pra casa, mas o garçom disse que era retornável, rs. Enfim, gostamos muito da Komka, que se mostrou uma ótima opção ao unir cervejas especiais e o tradicional churrasco gaúcho.

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  • Cidade Baixa

Foi nessa bagunça que a gente se encontrou, hehe! A gente flerta bem como esse caos de centrão e boemia (#maletalovers, belorizontinos entenderão), e a Cidade Baixa é isso aí: bagunçadinha, com um mix de público interessante circulando pelas ruas, opções para todos os gostos e bolsos.

Locals Only: o nome da casa já avisa: apenas cervejas locais. Decoração super descolada, atendimento muito, muito atencioso mesmo. Passeamos gostosamente pela seleção de cervejas on tap (cerca de treze), bem tiradas e bem explicadas pelo pessoal da casa, e do enxuto cardápio de petiscos, resolvemos pedir uma pizzeta de cogumelos. Gente, que delícia! Bota muita pizzaria famosa por aí no chinelo.

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Penz Bier: taí o lugar de onde a gente sente falta toda semana! Gauchada cervejeira do Instagram, toda vez que vemos foto de vocês no Penz, rola uma pontinha de inveja rsrs. O Penz é vizinho de lado do Locals, possui cerca de 15 torneiras, algumas cervejas em garrafa, cardápio com destaque para os hambúrgueres (alguém falou hambúrguer???) e atendimento lindo de morrer. Fomos duas vezes, no horário do almoço, quando aderimos à promoção do combo hambúrguer+pint (preço ótimo!) e, no mesmo dia, voltamos à noite (será que a gente gostou?). Resumo da ópera: comemos burguers deliciosos, destaque para o que leva cogumelos e mostarda dijon, bebemos muiiito bem por preços justos e, anotem essa, fizemos uma das melhores harmonizações que já provamos na vida – Bodebrown Wee Heavy Amburana + brownie de chocolate com sorvete de creme – uma coisa de louco essa sobremesa do Penz, a cerveja dispensa comentários e a combinação ficou dos céus! De nada pela dica.

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Apolinário: a Rafa de Conti, uma gaúcha querida que conhecemos pelo Instagram (sigam também @rafadeconti), nos encontrou lá no Penz Bier e depois nos levou para conhecer o Apolinário. O bar é um clássico da Cidade Baixa, existe desde 2006, tem ambiente bem tradicional, instalado numa casa antiga, e uma carta de cervejas considerável, com algumas opções on tap. Se você gosta de clássicos, tanto quanto nós, não deixe de ir!

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Fonte: Viajante Cervejeiro
  • Centro:

Mercado Público de Porto Alegre: sempre que viajamos para uma cidade diferente, gostamos de conhecer o mercado local. Tá bom que o Mercado Central de BH é difícil de superar #cofcof, mas uma uma das melhores formas de se conhecer a cultura de um lugar é por meio das comidas, bebidas e artesanato, e os mercados municipais normalmente reúnem tudo isso. O Mercado Público de Porto Alegre é bem simático, passamos rapidamente por lá e os destaques cervejeiros foram: Empório 38, uma loja de bebidas com vastas opções de cervejas nacionais e importadas (e boas promoções!), e o Essencial Banca 83, um bar onde sentamos um pouquinho, pedimos uma tábua de degustação de cervejas especiais (seis ou sete chopes locais, eu acho), e comemos também um petisco deliciosos de salsichão com queijo e batatas, tudo entrelaçado (esse aí da foto!). Valeu demais o passeio pelo Mercado Público!

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Cocina 640o Centro de Porto Alegre não nos pareceu muito turístico e como fomos numa segunda-feira, várias opções culturais estavam fechadas. Depois de visitar o Mercado e andar mais um pouco, nas proximidades do Theatro São Pedro, paramos no Cocina 640. Vi essa dica no site dos Destemperados e o lugar realmente é bem legal, destaque para a decoração moderna e super descolada. Serve um pouco de tudo: cafés especiais, sanduíches, pratos, sobremesas etc.. O Thiago pediu um sanduba e um chope artesanal (havia 2 opções) e eu traí o time, resolvi fazer a “phyna” e pedi um espumante da Casa Valduga, para acompanhar uma cheesecake com calda de frutas vermelhas, uma das minhas sobremesas prediletas! Foi mal, amor, me dei melhor nessa, hehe!

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  • DICAS FINAIS

Pessoal, Porto Alegre tem muitas opções de lugares pra beber cervejas boas! Especialmente as locais, o que é uma coisa linda de se ver. A gente queria ter ido em bem mais lugares, mas nossa passagem foi curta e esperamos voltar. Pra vocês terem uma ideia, uma das razões pela qual escolhemos nos hospedar no Ibis Moinhos era por ele estar bem próximo do BierMarkt Vom Fass (um dos bares cevejeiros mais famosos do Brasil), mas não conseguimos conhecer o bar 😦 

Deixo aqui um rol de lugares que não visitamos, mas que estão na mira (e no mapa acima!): Quentins, Sobrado Bolicho Cervejeiro, Solar da Coruja, Lagom Brewpub, Bierkeller, Heilige Brewpub, Hidden Brewpub e por aí vai… O Edson, Viajante Cervejeiro, também fez uma listinha bem legal de bares imperdíveis em Porto Alegre.

Espero que tenham gostado das dicas! Comentem, opinem, nos deem mais dicas… Enfim, pegue o seu copo e fique à vontade, o bar é nosso, e esse mundão de meu Deus também 🙂

Gramado e Canela para Cervejeiros

Vou contar um pouquinho da nossa experiência cervejeira numa viagem de uma semana pela Serra Gaúcha, Vale dos Vinhedos e Porto Alegre, destinos que normalmente não são visitados com esse enfoque, a exceção da capital gaúcha, que já tem uma cena cervejeira mais bombante (alô, Tupiniquim, Seasons, Maniba, Irmãos Ferraro…). Vou dividir meu relato em dois posts, começando por Gramado e Canela e, em breve, falarei sobre Porto Alegre também.

Quando comecei a planejar nossa viagem para o Rio Grande do Sul, em julho deste ano, encontrei muitas dicas de passeios românticos e infantis para se fazer em Gramado e Canela. Mas a gente não tava nessa vibe minimundo, snowland e fondue (nada contra)… a gente queria descansar, comer bem e, óbvio, beber bem. Tá bom, um pouquinho de romantismo não faz mal a ninguém, mas essa parte a gente deixou pro Vale dos Vinhedos, onde passamos uma noite e um dia deliciosos (se quiserem saber mais, depois a gente conta, mas lá foram vinhos e mais vinhos, hehe).

Chegamos em Porto Alegre e alugamos um carro, o que eu recomendo fazer se você deseja ficar pelo menos uma noite no Vale dos Vinhedos (e você deveria), onde o carro te dá bastante liberdade para visitar as vinícolas e restaurantes. Se o seu destino for apenas Gramado ou Gramado/Porto Alegre, acho que não vale tanto a pena.

Carro alugado, bora subir a serra. O caminho até Gramado foi tranquilo (tirando a neblina horrorosa na entrada da cidade). Ficamos hospedados no Hotel Vovó Carolina, que tem garagem (naquele esquema um carro trava o outro, mas super ok, pois os funcionários resolviam isso rápido), ótimo custo-benefício (pagamos cerca de 180 reais a diária, pelo Booking), quarto confortável e localização muiiito boa, praticamente dispensa o carro.

  • Taberna MF

Parem tudo, cervejeiros do Brasil! Parem o que estiverem fazendo e corram pra esse lugar! A gente foi na primeira noite e já queria fechar a conta do hotel, se o pessoal da taberna tivesse aceitado nos hospedar (a câmara fria dos caras era maior do que nosso quarto rs). A taberna é a loucura de Baco, se Baco fosse cervejeiro. São cerca de trinta torneiras de cervejas próprias (em tempo, atualmente são cinquenta!), eles praticamente não envasam em garrafas, ou seja, muiiiiiiito dificilmente você encontrará uma MF dando sopa por aí (a gente achou em Porto Alegre e só). E tem MF pra todo gosto: é tripel com damasco, é IPA com brett, é sour maturada em barril de moscatel, é golden ale com mirtilo, baltic porter de 18% de álcool, até espumante e cidra na pressão tem… Uma loucura, meu irmão! E a rotatividade dos experimentos é constante, segundo disseram. Qualidade altíssima das cervejas, preços justos, copos de três tamanhos diferentes (acho que o menor era 170ml), atendentes solícitos, que conhecem bem o que vendem e, além disso, gostam do que vendem (por que todo lugar não é assim?), pratos bons e bem servidos, musiquinha de qualidade ao fundo… é o Éden, né? Mas o Éden fecha cedo, viu, como quase tudo na terra dos em lua-de-mel. Resumindo: vá e retorne, pelo menos por uma horinha, em todos os dias da sua passagem por Gramado. Ah, e compre pelo menos uma taça MF, são lindas de morrer, tudinho da Cristal Blumenau.

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https://www.facebook.com/TabernaMF/

  • Josephina Café

Aqui tem um bocado de romantismo sim, e os melhores pratos da nossa viagem. O café funciona da hora do almoço até o jantar (fecha às segundas-feiras), tem opções que fazem jus ao nome, uma decoração fofíssima, atendimento simpático e preços mega justos. Pedimos uma entrada com salsichas alemãs e pretzels deliciosos, batatas rústicas lindas e um dos melhores pratos que comi na vida (o mais bonito eu tenho certeza)! Um salmão em crosta de amêndoas, com risoto de arroz negro e molho de cointreau. Ouvi anjos tocando harpa enquanto comia, sem exagero. Já ia me esquecendo, as cervejas: uma carta pequena, porém eficiente, com cerca de 15 rótulos, destaque para as gramadenses Rasen e Gram Bier, da qual falaremos mais adiante.

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http://www.josephinacafe.com.br/

  • Boreal Rasen Gastro Pub

O pub da cervejaria Rasen fica bem escondido, a entrada é na lateral do prédio onde fica o famoso “Mundo de Chocolate Lugano”. O local é bacana, mais agitado (bem mais para os padrões gramadenses), tem uma decoração meio nórdica/viking, bandas ao vivo, no dia em que fomos tava tocando um rock nacional gostoso, e um cardápio enoooorme. Só petiscamos um camarão e tava bem gostosinho. Aqui os preços são um pouco mais altos, mas condizentes com a proposta pub/baladinha em cidade turística. Bora tomar umas Rasen então, né? Pois é, aqui rolou um probleminha: a cerveja na pressão não tava boa. Pedimos duas e ambas estavam com aquela acidez lática que não deveria estar ali. Pedimos em garrafa e foi outra coisa, mas deu uma brochada… no pub da cervejaria, o chope não tá bom? Espero que tenha melhorado, pois o lugar é legal. Dica: peça o chope (vai ver foi azar do dia mesmo), mas peça também em garrafa, pra comparar.

https://www.facebook.com/borealrasen/

  • Hamburgueria Me Gusta

Sim, eu, mulher recém-casada, troquei o fondue por uma hamburgueria. Simplesmente porque sou alucinada por hambúrguer (e chaaaata pra avaliar), e quando soube que esse local em Gramado serve hambúrguer com uma boa carta de cervejas, não pensei meia vez. O que achamos? Ótima carta de cervejas, foi oportunidade de conhecermos melhor algumas gaúchas como Irmãos Ferraro e Seasons, o que a gente amou! As entradinhas estavam deliciosas, pedimos batatas fritas e onion rings, e o hambúrguer era gostoso, mas não maravilhoso, pois como eu disse, sou chata pra hambúrguer, hehe. Mas, gente, vale a pena ir para um lanche ou happy hour, pois foi a carta de cervejas mais variada que encontramos em Gramado, no quesito número de cervejas de cervejarias diferentes.

http://www.hmegusta.com/

  • Cervejaria Rasenimg_3751

Depois de ir ao Pub, resolvemos conhecer a cervejaria, que produz receitas alemãs, seguindo a lei da pureza. O tour é bem legal, você paga um valor e converte em créditos para usar no bar que eles têm anexo à fábrica. O bar é pequeno, com algumas opções para beliscar e produtos da cervejaria à venda, mas ótimo pra curtir um pouco antes ou após a visita. Aqui o chope tava delicinha, e o Dunkel ainda veio com um tabletinho de chocolate local pra harmonizar. Em tempo, minha Rasen preferida foi a Dunkel.

http://rasenbier.com.br/

  • Cervejaria Gram Bier

A Gram Bier, ao lado da Rasen, possui as cervejas mais encontradas nos bares e restaurantes que visitamos em Gramado. Como o “beba local” é sempre algo que tentamos img_7731levar a sério, lá fomos nós. A cervejaria passeia por mais escolas cervejeiras e possui estilos variados, já havíamos ganhado a IPA deles de presente, a Granada, muito boa por sinal. A fábrica também possui visitação (em horários mais restritos que a Rasen) e um bar anexo também. Como fomos numa quinta-feira, no horário do almoço, estava vazio e com a cozinha fechada. Pedimos a tábua de prova das cervejas, e gostamos bastante da Belgian Blonde Ale e da Robust Porter, ao lado da IPA, nossas prediletas. Ficou um gostinho de quero voltar num dia mais bombante.

http://www.grambier.com.br/

  • Cervejaria Farol

Aqui a gente parte rumo à Canela, onde fica a Farol, uma cervejaria fundada em 2003 e que também é adepta da lei da pureza alemã. Já havia lido sobre o local, visto algumas fotos e, realmente, a cervejaria é linda, mas como fomos à noite, acredito que não tanto quanto à luz do dia. Se você se interessar em conhecer o local e não estiver de carro, sem problemas, eles buscam os turistas em Gramado (ligue para agendar), como muitos dos restaurantes da cidade fazem. O restaurante/bar funciona de terça a sexta para happy hour, a partir das 17h, e sábado e domingo a partir das 11h (domingo encerra às 17h), quando eles servem um buffet livre de comida alemã. Nossas impressões foram: deve ser mais legal durante o dia, foi a cervejaria mais linda das três que visitamos na região, a cerveja é boa, mas não surpreendente.

http://www.cervejariafarol.com.br/

  • Empório Canela

Essa foi uma dica da Maria Cevada! O lugar é super fofo, estilo café/restaurante/livraria/ateliê de arte (quem já foi ao Café com Letras em BH vai sentir um leve déjà vu) e tem vista para a catedral de pedra de Canela. Carta de cervejas bacana, com um tantinho bom de opções internacionais e nacionais, incluindo aqueles litrões amigos da Tupiniquim. Nós pegamos uma mesinha do lado de fora, pra ficar ali bebendo sem perder a catedral de vista, enquanto petiscamos uma panelinha de cogumelos mara e depois dividimos um bife ancho com farofinha e batatas. Delicinha de lugar.

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  • Dicas finais:img_8717

– As cervejarias Gram Bier e Rasen ficam próximas e num bairro localizado entre Gramado e Canela. Fomos de carro, mas há tours cervejeiros organizados por empresas de turismo em Gramado. Informe-se no seu hotel.

– Se você rumar de Gramado para Vale dos Vinhedos, como fizemos, vale dar uma passada na Cervejaria Edelbrau, em Nova Petrópolis. A gente viu a cervejaria da estrada e resolveu parar, demos uma baita sorte de estar tendo uma visita guiada com degustação, e eles foram mega simpáticos. No local há loja e um bar também (consulte horários de funcionamento).